ITIGINSTITUTO TERAPÊUTICO
IGOR GOMES
TRI PRESENCIAL · ENTREVISTA TAMBÉM ONLINE

TERAPIA DE REINTEGRAÇÃO IMPLÍCITA

Você sabe o que
precisa mudar.
Então por que continua
repetindo a mesma coisa?

Talvez você já tenha entendido racionalmente o seu problema. Já tentou mudar, prometeu que faria diferente e até sabe o que “deveria” fazer.

Mas, na prática, alguma coisa parece puxar você de volta para o mesmo lugar.

A Terapia de Reintegração Implícita (TRI) é uma abordagem terapêutica que busca compreender os conflitos e aprendizados associados aos padrões que hoje geram sofrimento — para que você possa construir uma nova relação com eles.

QUERO ENTENDER SE A TRI PODE ME AJUDAR

Entrevista online ou presencial · Aplicação da TRI presencial em São Paulo

Retrato de Igor Gomes, Terapeuta TRI
IGOR GOMESTerapeuta TRI

Escuta. Investigação. Possibilidade de escolha.

ENTENDER É UM COMEÇO.CONSTRUIR OUTRA RELAÇÃO É UM PROCESSO.

Você entende.
Mas continua repetindo.

Talvez o seu problema não seja falta de informação.

  • Você sabe que precisa dizer “não”, mas acaba cedendo.
  • Sabe que precisa se posicionar, mas se cala.
  • Sabe que determinada relação faz mal, mas continua preso a ela.
  • Sabe que precisa mudar um comportamento, mas sempre volta.
  • Sabe que não deveria carregar determinada culpa, mas continua sentindo.
“Se eu sei tudo isso, por que simplesmente não consigo fazer diferente?”

Entender racionalmente um problema e conseguir responder de outra maneira a ele não são necessariamente a mesma coisa.

Talvez o problema
não seja exatamente o problema.

Às vezes, aquilo que mais incomoda hoje é apenas a parte mais visível de uma organização maior.

“Meu problema é que não consigo me posicionar.”

“Eu sempre escolho o mesmo tipo de relacionamento.”

“Eu não consigo parar determinado comportamento.”

“Tenho uma culpa que não faz sentido.”

“Eu travo justamente quando preciso agir.”

A TRI não parte da ideia de que existe uma resposta pronta para essas situações.

Ela procura compreender o que aquela experiência significa para você e quais aprendizados e relações estão associados à forma como você reage hoje.

Porque um comportamento que hoje incomoda pode ter exercido — ou ainda exercer — alguma função na sua vida.

Algumas estratégias
um dia fizeram sentido.

Calar-se.Evitar conflitos.Agradar.Cuidar de todo mundo.Não pedir ajuda.Comer para se confortar.Fugir.Controlar.Isolar-se.Tentar ser forte o tempo inteiro.

Esses comportamentos não precisam ter surgido porque há “algo errado” com você.

Em determinados contextos, eles podem ter sido formas possíveis de lidar com experiências difíceis.

O problema aparece quando você continua utilizando a mesma resposta mesmo quando ela começa a limitar sua vida.

O que um dia ajudou você a se adaptar pode não ser mais aquilo de que você precisa hoje.

E nem sempre conseguimos
explicar o que sentimos.

Talvez você já tenha vivido isto:

Você sabe que alguma coisa acontece dentro de você... mas não consegue explicar exatamente o quê.

É um aperto. Uma fisgada.
Uma vontade de fugir. Uma sensação ruim.
Um desconforto que aparece quando você tenta fazer diferente.

“Mas por que você se sente assim?”

“Eu não sei.”

Nem toda experiência começa em palavras.

E uma das propostas da terapia é justamente ajudar você a se aproximar daquilo que sente sem precisar chegar ao atendimento com todas as respostas.

Na TRI, não procuramos simplesmente
“quem é o culpado”.

Sua mãe. Seu pai. Sua infância. Seu relacionamento. Seu antigo parceiro. Um acontecimento específico.

A TRI não é uma caça a culpados ou uma tentativa de encontrar uma única cena que explique toda a sua vida.

O foco está nos aprendizados.

Ao longo da vida, construímos maneiras de compreender:

Amor · Segurança · Rejeição · Conflito · Pertencimento · Responsabilidade · Abandono · Cuidado

E quem precisamos ser para sermos aceitos.

Algumas dessas aprendizagens continuam influenciando nossas respostas mesmo anos depois.

A terapia procura compreender como isso foi organizado para você, sem transformar sua história em uma sentença.

O passado não precisa
ser o culpado.
Mas também não precisa
continuar decidindo o presente.

Você pode amar profundamente alguém e reconhecer que aquela relação também deixou marcas.

Pode compreender que seus pais fizeram o que conseguiam e, ainda assim, reconhecer aquilo de que você precisou e não recebeu.

Amor e raiva.Gratidão e decepção.Saudade e alívio.

Essas experiências não precisam se anular.

Muitas vezes, o sofrimento aumenta justamente quando tentamos obrigar uma parte de nós a desaparecer para que a outra possa existir.

Como funciona
o atendimento?

O atendimento é organizado em três etapas. Primeiro, compreendemos seu caso. Depois, acontece a aplicação presencial da TRI. Por fim, avaliamos as mudanças percebidas.

01

Entrevista

ONLINE OU PRESENCIAL

Uma conversa para entender o que está acontecendo, o que você gostaria que fosse diferente e o que já tentou fazer.

Essa etapa também permite avaliar se a TRI faz sentido para sua demanda e definir o objetivo do trabalho.

02

Aplicação da TRI

PRESENCIAL

A partir do que foi compreendido na entrevista, realizamos o trabalho terapêutico com a TRI, voltado à questão que trouxe você ao atendimento.

Essa etapa acontece presencialmente, em São Paulo, respeitando sua experiência e os limites do processo.

03

Avaliação das mudanças

APÓS A APLICAÇÃO

Retomamos o objetivo definido na entrevista para avaliar o que você percebe de diferente e o que permanece como dificuldade.

A avaliação considera sua experiência e as mudanças no cotidiano, sem pressupor um resultado garantido.

Um processo que começa por compreender seu caso
e inclui avaliar o que mudou.
QUERO CONVERSAR SOBRE O MEU CASO

Terapia não é descobrir
tudo o que há de errado com você.

Existe uma ideia de que fazer terapia significa entrar em um processo interminável de abrir gavetas.

Resolve uma questão. Abre outra. Depois outra. Depois outra. E sempre existe mais alguma coisa para “consertar”.

Essa não é a proposta aqui.

O que está incomodando você hoje e o que você gostaria que fosse diferente?

A partir daí, existe um objetivo terapêutico.

Não estamos procurando uma pessoa perfeita. Estamos trabalhando uma questão real da sua vida.

Você não precisa
deixar de sentir.

  • Medo não faz de você fraco.
  • Tristeza não significa que algo deu errado.
  • Raiva não faz de você uma pessoa ruim.
  • Ter conflitos não significa que você fracassou.
Terapia não é aprender a controlar tudo.

Você continuará sendo humano.

Continuará tendo emoções, contradições, dias bons, dias ruins e escolhas difíceis.

A diferença que buscamos é que você possa se relacionar de outra maneira com aquilo que sente — sem precisar organizar toda a sua vida tentando fugir disso.

O objetivo é ampliar
sua possibilidade de escolha.

“Eu quero
fazer isso.”

e

“Eu preciso fazer isso porque não consigo suportar o que acontece quando não faço.”

Entre escolher permanecer e sentir que não consegue sair.

Entre escolher ajudar e sentir que precisa salvar todo mundo.

Entre ficar quieto porque decidiu não falar e perceber que simplesmente não consegue se posicionar.

É nesse espaço que a terapia trabalha.

Não para decidir por você. Mas para que suas escolhas possam ser cada vez mais suas.

O primeiro passo:
uma entrevista.

A entrevista pode acontecer online ou presencialmente. O primeiro passo é compreender sua demanda.

  1. O que está acontecendo?
  2. O que você gostaria que fosse diferente?
  3. O que já tentou fazer?
  4. O que espera da terapia?

Essa conversa também serve para verificar se a TRI faz sentido para aquilo que você procura.

Porque terapia não é milagre.

Eu não vou decidir sua vida, mudar outra pessoa, apagar seu passado ou prometer que você nunca mais sentirá determinada emoção.

Se eu entender que sua necessidade exige outro profissional ou outro tipo de cuidado, isso também será conversado com clareza.

QUERO CONVERSAR SOBRE O MEU CASO

Talvez faça sentido para você
se existe uma distância entre
o que você sabe e o que consegue viver.

  • Você repete determinados padrões mesmo querendo agir diferente.
  • Tem dificuldade de se posicionar.
  • Sente culpa quando tenta colocar limites.
  • Permanece preso a relações ou situações que gostaria de compreender melhor.
  • Reage intensamente a determinadas pessoas ou circunstâncias.
  • Utiliza certos comportamentos para aliviar experiências difíceis.
  • Entende intelectualmente uma questão, mas sente que apenas entendê-la não foi suficiente.
Você não precisa chegar sabendo a origem do problema.

Essa investigação faz parte do processo.

Retrato de Igor Gomes, Terapeuta TRI
IGOR GOMESTerapeuta TRI

UM ESPAÇO DE ESCUTA

Igor Gomes

Terapeuta TRI

Meu trabalho parte de uma compreensão simples:

“Uma pessoa não é apenas aquilo que consegue explicar sobre si mesma.”

Há experiências que aparecem na maneira como nos relacionamos, reagimos, respiramos, nos posicionamos e sentimos o próprio corpo.

Meu trabalho terapêutico busca criar um espaço de escuta e investigação sem protocolos engessados, respeitando a singularidade da experiência de cada pessoa.

Não estou aqui para dizer como você deve viver.

Estou aqui para ajudá-lo a compreender melhor aquilo que hoje parece impedir você de viver como gostaria.

Um pouco mais de clareza.

Preciso saber exatamente qual é meu problema?

Não. Você precisa conseguir falar sobre aquilo que está incomodando hoje. A compreensão pode ser construída durante a avaliação e o processo.

A TRI trabalha com traumas da infância?

Experiências da infância podem aparecer, assim como experiências de outras fases da vida. Mas o objetivo não é procurar obrigatoriamente um trauma ou um evento específico. O foco está nos aprendizados e representações relacionados à dificuldade atual.

Vou precisar reviver situações dolorosas?

O processo pode aproximar você de experiências emocionalmente difíceis, mas o objetivo não é produzir sofrimento ou catarse por si só. A intervenção precisa respeitar sua experiência e os limites do processo.

Quantas sessões são necessárias?

O processo é organizado em três etapas: entrevista, aplicação presencial da TRI e avaliação das mudanças. Isso não significa uma promessa de três sessões. O número de encontros depende da demanda e do desenvolvimento do processo, sem resultado garantido.

A terapia vai dizer qual decisão devo tomar?

Não. O terapeuta não deve decidir se você deve terminar um relacionamento, mudar de emprego ou tomar outra decisão pessoal. O trabalho busca ajudá-lo a compreender os conflitos envolvidos para que possa assumir suas próprias escolhas.

O atendimento substitui acompanhamento médico ou psiquiátrico?

Não. Quando houver necessidade de avaliação ou tratamento médico, psiquiátrico ou de outro profissional de saúde, o atendimento terapêutico não substitui esse cuidado.

PODEMOS COMEÇAR POR AQUI

Talvez você não precise
de mais alguém dizendo
o que deveria fazer.

Talvez você já saiba.

A questão pode ser compreender por que, mesmo sabendo, alguma coisa continua impedindo você de fazer diferente.

Se existe uma situação da sua vida que continua se repetindo, um comportamento que você não consegue compreender ou uma sensação que aparece toda vez que tenta mudar, podemos começar por aí.

Sem promessas de milagres. Sem procurar culpados. Sem a expectativa de transformar você em uma pessoa perfeita.

Uma conversa para entender o que está acontecendo e avaliar se a TRI faz sentido para o seu caso.

QUERO FALAR COM IGOR

Entrevista online ou presencial · Aplicação da TRI presencial em São Paulo

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